sábado, 12 de abril de 2008

História do Galo

Bom, vou estrear no Blog umas postagens sobre a história do Galo.

A medida vou postando sobre torneios, competições, etc.

Pra começar, falarei sobre o FUTSAL DO GALO:

FUTSAL DO GALO

Futsal títulos:

Campeão da Copa Intercontinental em 1998.
Campeão da Liga Futsal em 1997 e 1999.
Campeão da Taça Brasil em 1985.
Campeão Mineiro em 1968 / 73 / 74 / 76 / 77 / 84 / 98 / 99 e 2000.
Campeão Metropolitano em 1972 / 76 / 77 / 78 / 81 / 84 / 85 / 97 / 98 / 99 e 2000.
Campeão da Copa Centenário de BH em 1997.
Campeão da Copa Cidade de Botucatu - 1999
Vice-campeão da Liga Nacional em 2000.
Vice-campeão da Copa Intercontinental Interclubes 2000.

Time campeão do mundo:

Mundial 1998 - Intercontinental

Mundial:
http://www.fifa.com/en/comp/index/0,2442,116553,00.html?comp=Futsal&year=2004&articleid=116553

Fichas das Finais do Mundial

14 a 16.10.1998 - Luzhniki Hall – Mosca, Russia

14.10.1998 Dina Moscow 6 - 5 Atletico Pax de Minas
Dina Moscow : Samokhin, Verizhnikov, Alekberov, Belly, Eremenko - Denisov, Zakerov, Abianov, Gorin, Markin, Ioudin, Chugnov. Coach: Mikhail Bondarev.
Atletico Pax de Minas : Rogerio, Indio, Manoel Tobias, Euler, Jorginho - Veio, Rosinha, Piu, Saad, Kelson, Loncoln. Coach: Miltinho.
Marcatori : 0-1 Jorginho 1', 1-1 Gorin 3', 2-1 Eremenko 5', 2-2 Manoel Tobias 11', 2-3 Piu 18',
3-3 Verizhnikov 25', 3-4 Manoel Tobias 29', 4-4 Gorin 32', 5-4 Alekberov 37', 6-4 Alekberov 39', 6-5 Jorginho 40'.

15.10.1998 Dina Moscow 0 - 4 Atletico Pax de Minas
Dina Moscow : Samokhin, Verizhnikov, Alekberov, Belly, Eremenko - Denisov, Zakerov, Abianov, Gorin, Markin, Ioudin, Chugnov. Coach: Mikhail Bondarev.
Atletico Pax de Minas : Rogerio, Indio, Manoel Tobias, Euler, Jorginho - Veio, Rosinha, Piu, Saad, Kelson, Loncoln. Coach: Miltinho.
Marcatori : Manoel Tobias 2, Indio 2.

16.10.1998 Dina Moscow 3 - 4 Atletico Pax de Minas
Dina Moscow : Samokhin, Verizhnikov, Alekberov, Beliy, Eremenko - Denisov, Zakerov, Abianov, Gorin, Markin, Ioudin, Chugnov. Coach: Mikhail Bondarev.
Atletico Pax de Minas : Rogerio, Indio, Piu, Manoel Tobias, Jorginho - Veio, Rosinha, Euler, Saad, Kelson, Loncoln. Coach: Miltinho.
Marcatori : 0-1 Euler 3', 1-1 Beliy 11', 1-2 Jorginho 22', 2-2 Eremenko 30', 2-3 Manoel Tobias 33', 2-4 Jorginho 34', 3-4 Verizhnikov 39'.

Miglior giocatore: Manoel Tobias
3o Campione del mondo: Atletico Pax De Minas (Brazil)

http://www.geocities.com/Eureka/1305/moscou-4.jpg

http://www.geocities.com/Eureka/1305/reza.jpg
Photobucket

SONHOS DE UMA NOITE DE VERÃO


Nem sempre a vitória deve merecer incondicional apoio, ainda mais como eu vi, na última quarta-feira, pela Copa do Brasil. Queria eu falar de uma forma grandiosa, a vitória do meu time de coração sobre um “desajeitado” Nacional de Manaus, mas...

O cenário já se mostrava temeroso, não pela equipe do Norte, mas sim pelas exibições fracas do galo, porém, todo atleticano é otimista por natureza e sempre espera um baile sem fim, mas a música que se ouviu, foi um rock desafinado, tendo como vocal o técnico Geninho. Nada podia dar errado, o Galo jogando em seu terreiro (onde sempre comanda), com a nossa maravilhosa massa empurrando, era para ser uma vitória esmagadora, era...Pode parecer incoerente, pois vencemos por quatro a um, mas nós somos exigentes e não saí satisfeito do Gigante da Pampulha, assim como tenha certeza, todo o público.

Não sou daqueles que “jogaram pedras”, quando o Geninho tinha sido contratado, pois sempre o considerei um reazoável técnico, mas ele está jogando as “feras” a equipe. Não se vê o mínimo de trabalho tático e o que é pior, o pouco de jogada que tem, está ficando previsível. Nós torcedores do maior time do mundo, somos sempre esperançosos, mas coerentes e exigentes e queremos uma equipe que goleie com maestria e isso está ficando raro.

Espero que não seja mais um sonho de uma noite de verão e que neste domingo, o Senhor Eugênio tenha acertado o Atlético e que mais uma vitória esteja em nossas mãos. E como o tema é sonho, vamos lembrar o saudoso Raul Seixas com sua frase que revela o anseio da massa alvinegra: “Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”.

Dá-lhe Galo !!!!

Abraço pra galera da Cia da Pizza, pessoas sensacionais, atleticanos das "antigas".

MARINHOOO GOLO, GOLO !

Photobucket

terça-feira, 8 de abril de 2008









Atlético x Nacional

Parece que todas as mentes e todos os corações se encontram angustiados com os próximos desafios do Galo. Tupi – no final de semana – e Náutico – na próxima fase da Copa do Brasil. Se esqueceram do Nacional de Garanha. Nacional este que não venceu o time do Atlético por detalhes, na primeira partida desta fase do torneio, disputada em Manaus. Partida que esses mesmos corações e mentes davam como certa a classificação antecipada, esperando apenas pelo placar. Quatro, cinco, seis gols de diferença. Mas, pra decepção desta torcida cega de esperança – que acredita que o time está embalado (mesmo perdendo tantas partidas na primeira fase do campeonato mineiro) e que é muito superior ao time do Nacional (que está na Série C do futebol nacional!, mas em que divisão se encontra o Social ou o Democrata?), o time conseguiu um empate heróico(?) no final do jogo, num lance isolado, jogando um futebol ridículo e completamente aquém de um clube tradicional e agora centenário.

O momento é dos mais delicados. O treinador, que ainda não provou a que veio e não conseguiu dar um padrão de jogo a uma equipe que joga junto há pelo menos um ano e que já começou seu trabalho desgastado com a torcida (que tem TODA razão pra isso), muda bastante o time mas – sem que algum de seus comandados esteja inspirado – acaba não conseguindo vencer adversários fracos, que não são nem a sombra dos times que o Galo terá pela frente no segundo semestre.

A torcida, insatisfeita com o time, se esquece que este mesmo time é o que enfrentará o Nacional nesta quarta-feira. Um time de altos e baixos. Mais baixos que altos, até o momento. Um time com desfalques. Um time sem conjunto. Um time ainda sem poder utilizar os novos contratados, sejam eles bons ou não. Enfim, um time que precisaria de todo tipo de apoio pra vencer o adversário, o “fraco” Nacional. Sem o apoio em massa da torcida – o Mineirão quase se transforma em campo neutro com baixos públicos – o jogo tende a ser difícil. Não faz tanto tempo que o Galo enfrentou o Avaí pela Copa do Brasil com um público pequeno. O resultado foi um magro um a zero. Suficiente pro Galo se classificar amanhã, mas bem diferente dos placares elásticos imaginados por grande parte da torcida.

Não é o momento de pensar no futuro. O jogo de amanhã é crucial pras pretensões do Atlético neste primeiro semestre. Um time que se classificou pras semifinais numa vergonhosa terceira colocação. Um time que ainda não engrenou. Um time capaz de perder partidas inimagináveis dentro e fora do Mineirão, até o momento. A torcida não deveria esperar pra sábado pra comparecer ao estádio. Os torcedores estão agindo tolamente. Como diria Jonathan Swift (poeta irlandês): "São poucos os que vivem o presente; a maioria aguarda para viver mais tarde". Ou ainda, como diria Énio (poeta romano): "Ninguém olha para o que tem diante dos pés: todos olham para as estrelas". Antes de Palmeiras, Internacional, Botafogo, Corinthians ou Grêmio – antes mesmo do Náutico – é preciso encarar o Nacional. Esperamos que não seja uma quarta-feira de cinzas e sim de esperança e de bons augúrios pra esta Copa do Brasil...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

GALO PERDE E TERMINA O TURNO EM TERCEIRO.

Rodrigo Fonseca - Portal Uai

O Atlético não fez sua parte na busca pela vantagem nas semifinais do Campeonato Mineiro. Foi derrotado em pleno Independência pelo Guarani, de Divinópolis, por 3 a 2, de virada. Com o resultado terminou a fase de classificação em terceiro lugar, com 19 pontos, a dois do segundo, o Tupi, que perdeu para o Cruzeiro. Os Galos agora se encaram na semifinal, com vantagem para o de Juiz de Fora, que fará o segundo jogo em seu estádio.

O Jogo

Jorge Gontijo/EM

Galo esteve à frente do placar por duas vezes, mas levou a virada


O Atlético entrou em campo com vaga garantida na semifinal, precisando apenas definir sua colocação. Talvez por isso, o time, que na próxima quarta-feira terá uma partida decisiva contra o Nacional-AM, pela Copa do Brasil, tenha se poupado. Mas o ritmo mais lento algumas vezes se confundiu com falta de vontade, determinação, o que comprometeu a meta de buscar a vantagem. A equipe de Divinópolis incomodou muito a defesa alvinegra, que bateu cabeça nos contra-ataques e em alguns cruzamentos.

O jogo foi movimentado, com chances para os dois lados. Logo com um minuto, Souza cobrou falta da entrada da área e quase abriu o placar para o Galo. A resposta do Guarani foi imediata. Aos quatro minutos, Jajá foi lançado, cortou a marcação e bateu forte na trave. Aos 16, outra chance dos visitantes. Adriano recebeu na área e tocou na saída de Juninho. A bola saiu por pouco.

O primeiro gol atleticano saiu aos 18 minutos. Depois da cobrança de falta, o zagueiro Leandro Almeida aproveitou a saída errada do goleiro Eládio e cabeceou para as redes. O empate do Guarani foi no mesmo estilo, aos 26 minutos. Falta na lateral, Micão ganhou dos zagueiros e desviou dentro do gol.

O jogo embolado no meio-campo teve mais um gol iniciado na chamada ‘bola parada’. O Galo voltou a comandar o placar depois que Souza levantou a bola na área, o goleiro Eládio voltou a falhar e, na sobra, Eduardo marcou. O Guarani não desistiu. Aos 42 minutos, Jajá carregou a bola até a entrada da área, cortou a marcação e bateu rasteiro no canto esquerdo do goleiro Juninho: 2 a 2.

Segundo Tempo

O Atlético perdeu duas chances - em uma delas, Marinho desviou o passe de Márcio Araújo e a bola bateu na trave, com o goleiro Eládio salvando em seguida. Já o Guarani foi mais competente e virou o placar. Aos 17 minutos, Jajá cobrou falta da entrada da área no ângulo direito de Juninho, que escorregou no lance.

Sob as vaias da torcida alvinegra, o armador Souza saiu e deu lugar a Sidnei. Mais uma vez, quem chegou bem foi a equipe de Divinópolis, aos 19 minutos. Desta vez, Juninho fez grande defesa no chute a queima-roupa de Jajá. Para tentar mudar o quadro, o técnico Geninho colocou em campo a promessa atleticana Renan Oliveira, de 18 anos. No primeiro lance, ele cabeceou de frente para o gol e Eládio defendeu.

As dificuldades forma maiores que o futebol apresentado pelo Atlético. O time ainda acertou uma bola na trave, num chute de Sidnei, e perdeu chance incrível com Marinho, já aos 45 minutos. O clube de Divinópolis, nos contragolpes, levou perigo, irritando ainda mais a torcida do Galo que compareceu ao Independência. Final: 3 a 2 para o Guarani.

sábado, 5 de abril de 2008

GALO AUMENTA A CARGA DE INGRESSOS, QUE SERÃO VENDIDOS NA HORA

A diretoria do Atlético conseguiu aumentar de 10.350 para 15 mil o números de ingressos à venda para o jogo deste domingo contra o Guarani, às 16 horas, no estádio Independência, pela rodada final da primeira fase do Campeonato Mineiro.

Além disso, o clube obteve autorização da Justiça para vender os bilhetes no Independência. A princípio, o Ministério Público e a Polícia Militar haviam proibido a venda.

Até a tarde deste sábado, foram comercializados 5.968 ingressos. A arquibancada custa R$ 20,00. Já a cadeira, R$ 50,00. A compra de meia-entrada para crianças, maiores de 60 anos e estudantes só é permitida mediante apresentação de documentos.

A venda neste domingo ocorrerá na sede do Atlético, em Lourdes, e nos clubes Vila Olímpica e Labareda, das 9h às 15h. No Independência irá até o intervalo da partida.

SUMÁRIO: GALO X GUARANI

O Atlético chega à rodada final da primeira fase do Campeonato Mineiro já classificado às semifinais. Ocupa a terceira colocação, com 19 pontos. Porém, o time quer mais. Deseja encerrar sua participação na fase classificatória uma posição acima, para ter vantagem frente ao adversário da semifinal.

Para isso, o Galo precisa derrotar o Guarani, neste domingo, às 16 horas, no estádio Independência, e torcer por no máximo um empate do Tupi (segundo colocado, com 21 pontos) frente ao Cruzeiro (líder, com 23), que se enfrentam em Juiz de Fora, no mesmo dia e horário. Se isso ocorrer, o Atlético enfrenta justamente a equipe de Juiz de Fora nas semifinais. Caso contrário, o adversário será o arqui-rival Cruzeiro.

O técnico Geninho evita comentar sobre sua preferência para a semifinal do Mineiro. A ordem é o Galo fazer sua parte contra o Guarani e deixar para o destino determinar o próximo adversário. “Nós temos que fazer a nossa parte. Depois, o que vier que venha. Não sou de escolher o que vem pela frente. Acredito muito em destino. O que vier é o que está traçado e vamos enfrentar”, destacou o treinador.

Para encarar o Guarani, o Atlético tem vários desfalques. O lateral-direito Coelho, o volante Rafael Miranda e o atacante Marques estão em recuperação de lesão. Já o volante Xaves e o armador Danilinho estão suspensos. Diante disso, Geninho armou o time no esquema 3-5-2. A grande novidade é a volta do armador Souza, que passou a última semana aprimorando a condição física.

Sonhando com a vaga

Se o Atlético já está classificado, o Guarani ainda sonha com a vaga. A equipe de Divinópolis está em quinto na tabela, com 15 pontos. A classificação não depende apenas de suas forças. O Guarani precisa vencer o Galo e torcer para que o Ituiutaba (atual quarto colocado, com 16 pontos) no máximo empate com o ameaçado de rebaixamento Democrata de Sete Lagoas e para que o Rio Branco não goleie o também ameaçado Social. Um empate pode ser suficiente para o Guarani alcançar a vaga, mas, nesse caso, a combinação de resultados entre os concorrentes terá de ser maior.

VIDEOS EXCLUSIVOS DO CENTENÁRIO DO GALO







terça-feira, 1 de abril de 2008







O Primeiro de Abril

Hoje é dia primeiro de abril. Dia da mentira. Mas nem sempre foi assim. Pra entender um pouco essa história, precisamos voltar um pouco no tempo.

Na época do Império Romano, os anos não eram fixos. Não que a Terra girasse mais rápido ou devagar em torno do Sol, mas os homens não se utilizavam do método astronômico. Na verdade, os calendários de cada ano eram montados artificialmente pelos senadores romanos. Quando se tinha a intenção de encurtar ou alongar o mandato de determinado senador, então se mudava a contagem, acrescentando feriados ou retirando-os, ao bel prazer.

Julio Cesar, imperador romano, foi quem ajustou o calendário da forma como conhecemos hoje, basicamente. A palavra calendário vem da palavra latina Kalendae (calendas) que era como se denominava a primeira parte do mês. Como havia sido mandatário no Egito, César resolveu adotar um calendário influenciado pelos astrônomos de Alexandria. Este era baseado no Sol e não na Lua. Logo, era mais preciso. Porém, o calendário ainda não estava perfeito. Isso porque, mesmo utilizando-se do ano bissexto, César não tinha o aparato científico pra perceber as pequenas diferenças e corrigi-las com tanta precisão. Foi somente em 1582 que estas correções foram feitas.

O papa Gregório XIII reuniu um grupo de estudiosos (entre eles religiosos e astrônomos) para fazer a correção necessária (e algumas outras foram feitas depois, afinal, além de adicionar um dia a cada 4 anos – o ano bissexto, foi necessário não adicionar um dia a cada 100 anos, acrescentar um ano bissexto a cada 400 anos, suprimir um dia a cada 3.000 anos, adicionar um dia a cada 30.000 anos, subtrair um dia a cada 1 milhão de anos!).

Um dos primeiros a adotar o calendário gregoriano foi o rei Carlos IX, da França. Isso gerou um certo problema na França, pois o ano antes começava no dia 25 de março, data da chegada da primavera no hemisfério norte. As festas duravam uma semana e terminavam, adivinhe, no dia primeiro de abril (achou que eu não chegaria nunca aqui, hein?)! Porém, alguns franceses resistiram a essa mudança de calendário, que colocava o início do ano no dia primeiro de janeiro. Apareceram então gozadores que ridicularizavam esses “tradicionalistas”, enviando convites de festas que não existiam e presentes esquisitos. Esse tipo de prática logo se espalhou pelo mundo ocidental, caracterizando o dia como um dia de brincadeiras, de pregar peças, ou seja, um dia da mentira.

Seria esse, então, um bom dia pra diretoria do Atlético anunciar a chegada de Gallardo, de Ricardinho, de dizer que o Galo não pensa em vender um determinado jogador, ou demais peças que a mesma costuma pregar em sua torcida. Também serviria pra muitos políticos fazerem suas promessas de campanhas ou dizer que não sabiam dos escândalos de seus subalternos, mas não entremos neste perigoso campo minado. Apenas é uma pena que tantos e tantos não respeitem esse costume e se utilizem de mentiras para iludir brasileiros em geral, e no primeiro caso citado, atleticanos. Ninguém merece. Acho que o problema todo é que a mentira não costuma vir sozinha. Ou, como disse George Herbert, poeta inglês: “Ousa dizer a verdade: nunca vale a pena mentir. Um erro que precise de uma mentira, acaba por precisar de duas”.

Bom, mas esqueçamos isso tudo. Não vale a pena. Comemoremos, apenas, o dia das mentiras. Preguemos peças nos amigos e que isto gere tão somente boas risadas. Feliz primeiro de abril. Ah, quase me esqueço de dizer: Uma fonte confiável me contou que Heinze e Aimar estão quase acertados com o Galo. 98%.

FRASE DO DIA

"FELIZ DIA DO ZIZA"

domingo, 30 de março de 2008

SUMÁRIO: GALO 6 X 0 RIO BRANCO

Vicente Ribeiro - Portal Uai
Alvinegro aplicou 6 a 0 no Rio Branco, neste sábado, em Andradas, e já está nas semifinais do Mineiro. Marinho deixou a marca e quebrou jejum de 10 jogos

O Atlético se garantiu nas semifinais do Campeonato Mineiro, e com autoridade. E facilidade, também. Mesmo jogando no Estádio Parque do Azulão, em Andradas, o Galo não tomou conhecimento do Rio Branco e aplicou sonora goleada de 6 a 0, na noite deste sábado. Leandro Almeida, Marinho, Danilinho, Eduardo, Márcio Araújo e Marcelo Nicácio balançaram as redes. Foi o encerramento positivo da semana em que o clube comemorou 100 anos.

Com o resultado, o Atlético não pode mais ser alcançado por Rio Branco, Villa Nova e Guarani, todos ainda na briga pela vaga nas semifinais. O Galo soma 19 pontos, enquanto o time de Andradas parou nos 14. Na pior das hipóteses, o Alvinegro da capital será superado pelo Ituiutaba, que ainda disputará mais duas partidas. Para isso, a equipe do Triângulo terá de vencer as duas, além de torcer por tropeço dos atleticanos.

Mesmo perdendo para o Guarani, na última rodada, domingo que vem, em Belo Horizonte, o Atlético se classifica como quarto colocado. Isso se o Ituiutaba vencer os dois jogos que lhe restam. O Rio Branco terá como adversário o Social, no mesmo dia, em Coronel Fabriciano, e precisa de tropeços de Villa e do próprio Ituiutaba.

O jogo

Precisando vencer para garantir matematicamente vaga às semifinais do Mineiro, o Atlético mostrou que foi a campo para cumprir seu objetivo de somar três pontos e se classificar. Com boa movimentação pelo lado direito, entre Danilinho, Márcio Araújo e Gérson, o Galo confundiu a marcação e envolveu o adversário.

Logo aos 6min, o Atlético saiu na frente. Márcio Araújo fez boa jogada pelo lado direito e cruzou para Danilinho, que errou o chute. Mas o zagueiro Leandro Almeida interceptou a jogada e mandou a bola para as redes. Era tudo o que técnico Geninho queria para o Galo. Afinal, com a vantagem no começo da partida, o time teria tranqüilidade para tocar a bola e saber o momento certo de buscar o segundo gol.


Celio Messias/LancePress

Marinho comemora gol e fim do jejum


O jogo ficou concentrado no meio-campo, com muitos erros de passe. Mesmo jogando em casa, o Rio Branco pouco ameaçou o gol de Juninho. Mais presente no ataque, o Galo criou chances, ambas com Renan, em chutes que assustaram. O primeiro arremate dos donos da casa só saiu aos 22, com Rodriguinho, em conclusão que passou à esquerda, com perigo.

Ao contrário das partidas anteriores, o Atlético estava mais organizado em campo. Com isso, as jogadas fluíam com mais facilidade. Em uma delas, aos 30, Eduardo ajeitou e Marinho desferiu forte chute, no ângulo esquerdo, fazendo 2 a 0. Na comemoração, o artilheiro agradeceu aos céus a quebra do jejum, que durou 10 partidas. Foi o primeiro gol do centroavante este ano.

O jogo ficou ainda mais movimentado depois desse lance. O Rio Branco poderia ter diminuído com Régis Pitbull, mas Juninho saiu nos pés do atacante e fez a defesa. Aos 41, Eduardo teve a chance de aumentar para o Galo, mas cabeceou errado. O lance mais polêmico ficou para o fim. Aos 45, Bruno Mineiro dominou na área e chutou bonito, mas a arbitragem invalidou o gol, assinalando falta do atacante sobre o capitão Marcos. Houve muita reclamação por parte do time da casa, mas não teve jeito. O primeiro tempo terminou com 2 a 0 para o Atlético, resultado justo.

Goleada fácil

Logo no começo do segundo tempo, o Atlético tratou de liquidar a partida, sem dar qualquer chance ao Rio Branco. O terceiro gol, aos 3min, saiu em boa arrancada de Márcio Araújo. Danilinho ficou com a sobra, invadiu a área e tocou no canto direito, na saída de André Zandona. O time da casa não se entregou, foi para frente na tentativa de diminuir o placar. Com espaço para os contragolpes, o Galo poderia construir uma goleada.

Com campo para jogar, os passes saíram com mais facilidade e o Atlético aproveitou para ampliar. Aos 20min, Thiago Feltri lançou para a área, Danilinho dominou e tirou do goleiro. Eduardo só teve o trabalho de esticar a perna e marcar. Três minutos depois, Márcio Araújo, em nova arrancada fulminante, fez o quarto. E o quinto quase saiu com Gérson, que demorou a concluir. Do outro lado, Juninho, seguro, pegou chute de Régis Pitbull. Isso quando a trave não ajudou o Galo. Tudo dava certo.

A goleada foi ampliada aos 38min. Marcelo Nicácio, que entrara na vaga de Danilinho, aproveitou cruzamento de Gérson e, com um leve toque de cabeça, fez o sexto. Além de se classificar com moral para as semifinais, o Atlético melhorou o desempenho ofensivo, antes contestado por muitos. O Alvinegro passou a ter o melhor saldo de gols do Mineiro, 12, e o terceiro ataque mais eficiente, marcando 16 vezes.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Da série: Recordar é viver

Eu vi


Eu vi um Galo Centenário, cujo canto ecoou nos 4 cantos do mundo.
Eu vi um Galo na TV exaltado pela sua tradição e pela sua raça.
Vi um Galo na rua com uma torcida magnânima que carrega o Clube nos braços, no coração e não perde a esperança.
Vi, ainda, um Galo do povo e de poucos.
Eu vi um Galo no estádio com espírito aguerrido, cujo adversários enaltecem, respeitam e parabenizam a marca centenária. Elogiado por atuais, rivais e ex-jogadores.
Eu vi uma imprensa Rio/SP dedicar minutos preciosos em homenagem a esse Clube mineiro.
Eu vi um Galo na capital mineira pintando de branco e preto toda ela.
Eu vi um Galo sonhador voando alto no céu belorizontino.
Eu rememorei o Galo de 1908, idealizado por 22 meninos que matavam aula numa tarde de outono.
Eu vi um Galo do mundo, reconhecido por sua grandeza, como a muito não via.
Eu vi um Galo realmente forte e vingador capaz de mobilizar multidões para vê-lo passar.
Eu vi um Galo com a cara e com o jeito que essa Massa merece: no topo!
Assim, eu sonhei com um Galo Campeão do Mundo!

Por Priscila Oliveira
27 de março de 2008.