sexta-feira, 9 de maio de 2008

O MESMO CLUBE, OS MESMOS ERROS...

Eu fui um dos que apoiei Ziza Valadares. Que cheguei a pensar que seria diferente. Porque ele nas piores passagens do Atlético na Série B, sempre colocou a cara pra bater, nunca se escondia. Então quando surgiu como presidente, parecia que a coisa ia mudar de figura. Mas o que vemos, é apenas o continuismo dos erros do passado. Bertrand Russel dizia “Pra que cometer os mesmos erros, se há tantos novos para escolher?”

O ano do Centenário, já começou mal. Quando anunciaram Gallardo como possível reforço, já tinha uma prévia de que coisa boa não iria vir. Depois, chega Geninho. Um técnico que sobrevive com apenas 1 título na vida. E então Marques, ídolo do passado, carregado nos ombros por parte dos torcedores.

É preciso parar de viver do que já passou. ÉPOCAS PASSAM. Aprender a aceitar isso, é sinal de evolução. O Atlético, desde a experiência de Jorginho em 1997, virou uma espécie de “central de repouso de ex-jogadores em atividade”. E a cada Petkovic que chega, uma nova esperança...

É preciso aprender. É preciso parar de brincar de fazer futebol. Tratar futebol como circo. Se profissionalizar.

Exemplos certos de que o Atlético e o atleticano não aprenderam, foi a queda pra Série B. Quando isso acontece, o lado bom é que o clube que caiu, sempre volta mais forte, como o Palmeiras de 2003. Voltou no ano seguinte, e nunca mais rondou a zona de rebaixamento. Hoje tem uma estrutura forte, uma parceria consolidada. O Botafogo, companheiro de jornada do Palmeiras, tinha um futuro obscuro antes de 2003. Após a volta assumiu Bebeto de Freitas, sanou dívidas, limpou o clube. Hoje o Botafogo voltou a ter respeito nacional. O Grêmio, fruto de uma administração incompetente, caiu em 2004. Voltou e em 2006 era finalista da Libertadores. O Fluminense, precursor de todas as crises envolvendo os grandes do Brasil, chegou ao fundo do poço em 1999 ao disputar a Série C do Brasileiro. Hoje está nas quartas de final da Libertadores, com reais possilibilidades de título. Estes times aprenderam...

E o Atlético? Aprendeu o que?

Voltou em 2007, fez uma campanha pífia no Brasileiro. A diretoria apostando em Zetti, Lúcio Bala... É preciso parar de pensar pequeno. Parar de pensar em ser um clube “para estar na Libertadores”, parar de fazer torcedor de idiota. E o torcedor principalmente, parar de deixar ser feito de idiota. Deixar de carregar nos ombros um “ídolo” de 10 anos atrás. Deixar de sonhar com contratações como Gallardo e Dida. Bons jogadores? Inegavelmente todos eles FORAM! No passado! Não são mais.

O clube mais profissional do Brasil na atualidade, se chama São Paulo Futebol Clube. Nunca, na minha curta história de futebol (desde 1991 aproximadamente) ouvi falar de uma crise no Morumbi. Nunca ouvi falar em desvio de verbas, salários atrasados e principalmente de times formados com base em ex-jogadores em atividade. O clube, três vezes campeão mundial, poderia muito bem repatriar alguns dos seus “ídolos” recentes para compor novamente o elenco. Seria legal ver de novo o Cafu com a camisa tricolor. Após a conquista do título em 1992, metade do time foi renovado a pedido do técnico Telê Santana. Porque? Os jogadores não precisavam mais da camisa do São Paulo. Não tinham mais que provar nada pra ninguém, eram os melhores do mundo. O relaxamento era natural e Telê percebeu isso. Resultado da renovação: mais um mundial em 1993!

Receitas de sucesso, devem ser copiadas. É preciso ter humildade em reconhecer isso. Copie os bons e você será bom. O Cruzeiro percebeu a tempo o estilo São Paulino de se fazer futebol. E tratou de copiá-lo. O time do lado de lá, tentou ano passado repatriar um ídolo antigo: Ricardinho, maior vencedor do clube voltou em 2007. Tentou também trazer de volta um técnico campeão: Paulo Autuori...todos se lembram do resultado. Já dizia um velho ditado, “Águas passadas não movem moinho”... No caso do futebol, não garante lucro para o clube. O Cruzeiro, ao invés de apostar no “ídolo” Ricardinho, preferiu Ramires. Que em caso de saída, vai encher os cofres do clube. Continuando com o “ídolo”, a despesa só ia aumentar.

Sinceramente, se continuar no mesmo nível, o futuro do Atlético é preocupante. Diferente daquele escrito por mim mesmo no post “Uma Carta do Futuro”. Precisamos mudar o nosso presente, pra construirmos um futuro decente. E pra isso, precisamos ter a humildade de reconhecer nossos erros, e mudarmos nossa postura enquanto torcedores. A diretoria nem se fala. O futuro recente me preocupa. Mais uma queda pra Série B em 2008, seria demais pro clube, já tão desgastado. E do jeito que vamos, isso não está muito longe de acontecer...

Alexandre Silva

Ah, se fosse verdade...

Retirado do site oficial do Clube Atlético Mineiro.



Atlético 0 x 0 Fluminense/RJ


Motivo: 1º rodada do Campeonato Brasileiro 2008

Data: 11/05/2008

Local: Estádio Mineirão

Árbitro:

Auxiliares: e

Público: 0 - Renda: R$ 0,00

Cartões Amarelos: Não houve.

Cartões Vermelhos: Não houve.

Atlético: .
Técnico: Levir Culpi

Fluminense/RJ: .
Técnico:

Fonte: http://www.atletico.com.br/interna_futebol.php?menu=ficha_tecnica&secao=profissional&page=brasileiro&id=236



Pena que a realidade é bem mais amarga.

terça-feira, 6 de maio de 2008






Ainda há tempo?

Como torcedor, vi as esperanças de um grande ano no centenário serem assassinadas em dezembro último, quando foi anunciado o comandante de nossa equipe. Essa visão foi então tomando forma a cada rodada, cada partida. Era claro que tudo estava errado. Por mais que alguns jogadores não servissem pro Atlético, estes seriam menos determinantes para o fracasso do primeiro semestre do que a escolha do comando.

A escolha foi tão fracassada que terminou a primeira competição sob um vexame estrondoso. Mas a incompetência na direção do clube queria se mostrar maior que o vexame. Manteve o treinador.

A primeira partida das quartas-de-final da segunda competição do semestre está diante de nós. Ainda há aqueles que esperam algo deste time, mal-treinado (treinado?) e sem preparo físico. Um time que joga mal toda a partida e só se salva com jogadas isoladas. Um time que – jogando desta forma – brigará sem dúvida alguma contra o rebaixamento. Só consigo me lembrar do que escrito está, segundo Dante, nas portas do Inferno:

“Vai-se por mim à cidade dolente,

Vai-se por mim à sempiterna dor,

Vai-se por mim entre a perdida gente.

Moveu justiça o meu alto feitor,

Fez-me a divina Potestade, mais

O supremo Saber e o primo Amor.

Antes de mim não foi criado mais

Nada senão eterno, e eterna eu duro.

Deixai toda esperança, ó vós que entrais”.

Talvez isso tenha passado despercebido na entrada de 2008. Mas parece que o presidente é cego. Isso me lembra São Mateus: “Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão no buraco”.

Continuo dizendo o que disse no começo do ano: tomara que eu esteja errado! Mas, até agora, eu e os demais “corneteiros” estivemos mais próximos do que aconteceria. Podem até dizer que é fácil utilizar uma das quatro primeiras trombetas do Apocalipse. Mas, quando se vê aberto o sétimo selo, qualquer dúvida é eliminada.

Que o futuro do Galo seja reescrito, por linhas certas ou tortas, mas que reescrevam. Porque este já é fúnebre. Que a torcida não siga o cego. Que exija mudança. Que faça algo. A terceira competição do ano começa neste final de semana. É ridículo esperar mais pra que se faça algo antes que entremos na areia movediça. Quando lá estivermos, as mudanças só nos farão afundar mais, como em 2005.

domingo, 4 de maio de 2008

O Espírito Atleticano

O ESPÍRITO ATLETICANO

Somos atleticanos tradicionais.

Pertencemos a uma vertente da torcida que se notabiliza por acreditar que o Clube Atlético Mineiro depende do apego às suas raízes e à sua verdade filosófica, para sobreviver e voltar a ser vitorioso, como foi outrora.

Entendemos que a atual administração do Clube, ao ignorar determinadas características intrínsecas ao que chamaremos espírito atleticano, abre mão dos patrimônios mais relevantes que o Galo conquistou em seus 100 anos de existência: sua torcida e o respeito daqueles que, no Brasil, apreciam o futebol.

Somos adeptos do diálogo e do discurso e pretendemos, por meio destas armas – que excluem protestos violentos e exigências descabidas –, expor algumas de nossas posições. Conseqüentemente, gostaríamos de obter respostas. Faremos isso porque estamos certos de que nossas palavras representarão o pensamento de grande parte da imensa torcida alvinegra, seja ela organizada ou não, portanto, concluímos que merecemos, por parte daqueles que tomam as decisões, respostas para as nossas dúvidas.

Reitero que estamos munidos apenas do presente texto, não constituímos movimento organizado e temos em comum somente o amor pelo clube e o mesmo anseio por respostas. É, para nós, estranho observar como dirigentes e torcida caminham em direções opostas. Não seriam os dirigentes tão atleticanos como nós? Visões tão diferentes se justificariam caso fossem brilhantes administradores de futebol.

Não é o caso.

Percebemos agora, com tristeza, o início de pequenos enfrentamentos entre diretoria e torcida, sob a forma de vandalismo. É o único meio de que muitos dispõem para expor sua indignação quando não lhes é dada a palavra. Por isso estamos impondo a nossa, sob a forma pacífica de um texto, e não iremos implorar para que nos levem a sério: o Atlético depende de nós, não somente o contrário. Qualquer tentativa de inverter esta lógica se revela, de antemão, suspeita.

Vamos aos fatos:

O Atlético Mineiro, no ano de seu Centenário, tornou-se motivo de chacota nacional ao ser goleado, no Mineirão, pelo seu maior rival, por 5x0.

Neste sábado, dia 03 de maio de 2008, durante programa na TV Alterosa, o jornalista Mário Henrique (o “Caixa”) disse que estava um pouco decepcionado com o trabalho de Geninho no comando técnico do Atlético.

Para exemplificar sua decepção, Mário Henrique mencionou um episódio lamentável:

- Recentemente, em Pernambuco, durante a preparação para uma partida decisiva contra o Náutico, enquanto seu time treinava, Geninho ficou – na maior parte da atividade – de costas para o campo, conversando com antigas amizades que ele estava revendo em sua estadia em Recife.

Ainda de acordo com o relato do “Caixa” (que afirmou ter o costume de acompanhar, sempre que pode, os treinos do Atlético), entendemos que Geninho tem o hábito de comandar treinos curtos, exige pouco dos atletas e raramente treina jogadas ensaiadas, assim como cobranças de falta, escanteio entre outras tarefas comuns ao dia-a-dia de um time profissional de futebol.

Reprovamos essa inovadora metodologia de trabalho e achamos que ela não está de acordo com o espírito atleticano, imortalizado através do tempo por guerreiros que conquistaram a torcida por suar sangue em nome do time.

Em suas entrevistas, Geninho demonstra que estamos diante de um homem calmo, equilibrado, comedido e tranqüilo. São virtudes admiráveis sob muitos pontos de vista, mas defeitos graves para um treinador do Atlético. Características assim jamais conseguirão traduzir o clamor da Massa, que emana das arquibancadas.

Metaforicamente falando, a torcida seria Deus, enquanto os jogadores são os homens na terra. O treinador, então, é a Igreja, ou o pastor. Se Deus e a Igreja não falam a mesma língua, como fica o rebanho? Perdido. Quem irá interceder pelos fiéis?

No Galo, o time precisa dialogar com a torcida, e o que essa torcida pede é raça, vibração, espírito vingativo. Sempre foi assim. Por que pedimos tanto a vinda de Leão? E por que Leão deu tão certo? Porque Leão compreende o Atlético. Logo ao chegar, ele disse:

“Penso que o Galo não seja um time de ficar enfeitando, tocando muito a bola. O Galo é um time de raça, de determinação, de garra, e é esse espírito que vou incutir nos jogadores.”

O resultado, como sabemos, foi uma série invicta de 10 partidas que conduziu o Atlético à oitava posição na tabela (quando Leão assumiu, o time estava próximo à zona de rebaixamento).

Leão veio para nos salvar, e nos salvou. Como prêmio, recebeu uma proposta que implicava redução de seu salário. Atitude baixa, no nosso entendimento. Como uma diretoria pretende ser levada a sério com uma medida assim? Naturalmente, ele saiu; aclamado pela torcida.

Criou-se então a expectativa em torno de quem seria o técnico do Centenário. Havia um consenso negativo por parte da torcida: Geninho. Todos, menos ele. Além de não se identificar com o espírito atleticano, Geninho já havia nos traído uma vez, em episódio que demonstrou o quão fluidos podem ser os princípios de um homem quando elevadas somas em dinheiro estão em jogo.

Mas quase num ato insano de teimosia trouxeram exatamente Geninho, que trouxe consigo sua prosa serena em estilo bonachão e seus métodos relapsos de treinar uma equipe, que se adaptariam com perfeição a diversos times de futebol no Brasil, jamais no Clube Atlético Mineiro.

Aqui precisamos de alguém menos equilibrado, nem tão educado. Alguém que grite com os jogadores, impondo respeito e certo medo – se necessário. Alguém que faça com que Thiago Feltri se comporte decentemente no campo, aprenda a cruzar (ou que lhe tire o posto de titular); que peite o Marcos quando este não estiver jogando bem; que mostre ao Gérson toda a mediocridade de seu futebol, e ensine a ele, e aos demais, o tamanho, a tradição e o peso que é vestir a camisa do Clube Atlético Mineiro, sobretudo no ano do seu centenário.

O relato de Mário Henrique, na realidade, soou óbvio para qualquer um que assiste aos jogos do Galo, e é desnecessário para que cheguemos à conclusão de que o time é treinado com má-vontade e incompetência. Ou, numa perspectiva mais radical: o time não é treinado.

Embora este não seja o melhor dos elencos, poderia render mais do que tem rendido. E não poderia perder por 5x0 do Cruzeiro, assim como não poderia passar tamanho sufoco para vencer o Náutico por 1x0 em pleno Mineirão cheio.

Com Leão aconteceria placar semelhante? Ou os jogadores, temendo o disciplinador, se superariam?

Com ele essa mesma zaga jogava bem, era um destaque positivo. Agora, faz gols contra, atrasa a bola para o goleiro de forma errada, tome dribles desconcertantes de adversários desprovidos de habilidade. Com Levir Culpi – e com Leão – Marinho marcava (muitos) gols. Agora, atravessa um constrangedor e inexplicável jejum. Com Leão, Éder Luis – cujo empréstimo para o São Paulo foi feito de maneira sórdida e inexplicável – se firmava como uma das grandes revelações do futebol brasileiro na atualidade. Este ano não rendeu, e saiu. Com Leão, Juninho aparecia como um dos grandes goleiros do Brasil. Agora, às vezes, parece entrar entorpecido em campo.

Achamos estranho o Atlético não ter ficado com Leão. Isso contraria a lógica. Por que o clube não quis ficar com o Leão? Pelo salário ou pelo fato de o Leão ser um contestador, de não deixar que o barco afunde impunemente, de “meter a boca no trombone” quando necessário? O salário de Geninho é tão menor que o de Leão? Gostaríamos de ouvir valores exatos; por que não são divulgados, e temos que nos contentar com especulações? Quanto Leão, amado pelo torcida, pedia? E quanto ganha Geninho, detestado pela massa?

Parece que na questão da escolha do técnico, outra perspectiva está em jogo: não o salário, mas o braço-de-ferro. E nada como um fantoche como técnico do time para que esse ato seja bem sucedido. Um sujeito mal quisto pela torcida, que já traiu o time uma vez, alguém que, ao que parece, entregará também o próximo jogo para que a torcida faça pressão para que ele saia e assim possa assinar efetivamente o seu contrato com o Flamengo, reafirmado novamente o que lhe importa.

Recentes declarações deixaram claro para os mais atentos: Geninho quer sair, mas quer sair bem, não como foi da outra vez, pois sabe que se fizer isto novamente, jamais poderá pisar em solo atleticano. Atormentado pelo tentador convite recebido pelo Flamengo, cuja aceitação certamente lhe conferirá maior visibilidade e dinheiro, Geninho agora parece desejar que tudo dê errado no Galo, para que a torcida exerça pressão e sua saída ganhe legitimidade moral. Desta forma, contra o Náutico, ele escalou uma equipe sem centroavante, quando jogávamos em casa e precisávamos da vitória. A cada minuto choviam bolas na área do adversário, mas não havia ninguém ali, para finalizar. Na ocasião, para azar do treinador, a torcida surpreendeu, compareceu e empurrou o time, que não conseguiu entregar os pontos, embora tenha passado enorme sufoco.

Sabemos que dificilmente Leão voltará, ou Levir Culpi. Pois que venha outro que, necessariamente, compreenda o espírito aqui descrito. Essa deve ser a condição para a contratação do próximo treinador deste time, que implora por um comandante firme e disciplinador, que conheça o peso do manto alvinegro.

Geninho não tem a cara do Galo, nunca teve e nunca terá. Não há, entre Geninho e a torcida do Atlético, a menor empatia. Time e torcida não jogarão juntos enquanto ele estiver no comando. A situação é insustentável. Após a humilhação da goleada, os poucos que o apoiavam passaram a sentir saudades do verdadeiro espírito atleticano, que é de raça, determinação, superação, não de calma, passividade e diálogo.

A atual diretoria, talvez por conveniência, tenta sistematicamente modificar nossas raízes, mas não conseguirá, pois agora há um grupo grande de atleticanos reunidos em torno da tradição. Nosso objetivo será manter sempre vivo o espírito atleticano, para isso contamos com milhares de soldados.

Somos a torcida do Clube Atlético Mineiro, estamos acima de qualquer diretoria.


O texto foi redigido por Oswaldinho Barros baseado nos relatos de centenas de atleticanos que se manifestam diariamente nas ruas, na imprensa e, sobretudo, na Comunidade do Atlético - MG no Orkut. Além de Oswaldinho Barros, contribuíram efetivamente para o acabamento final do texto: Pedro, Dimao, Carcaradon, João, Mateus Borges, Magno, Jaiston, Fernando, Samuel, Uirá, Dyever, Flávio e Júlia.

sexta-feira, 2 de maio de 2008







Vou começar meu texto de hoje pedindo desculpas. Deveria ter escrito um texto na terça-feira, mas tive problemas e não pude estar por aqui. Escrevo hoje, então. Na próxima terça estarei novamente aqui, se a deusa Fortuna me permitir. Poderia ter postado isso no final, mas eu prefiro começar desta forma e tenho meus motivos.

O primeiro deles é que eu assumo minhas responsabilidades. Mesmo não ganhando pra isso, eu tenho responsabilidade para com os leitores deste blog. Muitos podem ignorar sumariamente o que eu escrevo. É até natural, tendo em vista que eu costumo escrever muito. Mas o fato de alguns não gostarem e outros ignorarem não faz com que eu não tenha tal obrigação. Obrigação esta de pedir desculpas inclusive a eles. Pois são as pessoas que acompanham o Blog que fazem dele o que é. É por estas pessoas que faz sentido a sua existência.

O segundo é que eu não me sentiria bem caso não admitisse meus erros de cara. Acho que quando se tem caráter, esta é a primeira coisa que se deve fazer. Sem orgulho. Sem vaidade. Nada de jogar a culpa e responsabilidade pra cima dos outros. Não importa aos outros os problemas que fizeram com que eu não estivesse aqui. Era meu compromisso. Só posso, assim, pedir desculpas. Melhor isso do que contar uma história triste e fingir que está tudo bem.

O terceiro é porque eu gosto de estar aqui. Gosto de escrever sobre futebol. Sempre tive essa paixão pelo esporte desde garotinho. Assistia às partidas pela TV, fossem elas do campeonato brasileiro ou japonês. Jogava futebol de botão. Jogava futebol no vídeo-game (que não era nem de longe tão bonito e sofisticado como os jogos dos dias de hoje). Jogava na rua, com bola ou com pinhas (no sul de Minas tem pinhas, soltas das araucárias). Jogava no clube, na escola, na casa dos amigos. O futebol foi parte importante na minha infância. Com certeza é parte responsável pelo homem que me tornei. E é muito bom poder falar sobre futebol. Mas, mais do que isso, é irresistível falar do clube que amo: o Atlético.

Engraçado que, mais do que a demissão do Geninho depois da derrota de domingo, acachapante, desnorteante, vergonhosa, eu esperava um pedido de desculpas dos comandantes do clube. Do diretor de futebol, do presidente, do técnico (ex-técnico, eu tinha esperanças). Era o mínimo. Pois eles são os responsáveis por tudo que ocorre em campo. São os líderes que devem assumir a culpa pelos problemas de seus liderados. Isso na esfera política, na esfera administrativa, na esfera universitária e em todas as demais esferas do cotidiano. Assim como as glórias a eles cabem, são nesses momentos que eles se fazem tão necessários. E esse pedido de desculpas não aconteceu. Aconteceu, sim, uma série de desculpas esfarrapadas tentando justificar o injustificável. Um presidente “destrambelhado” querendo entrar na justiça contra a torcida revoltada. Ele esperava o que? Uma salva de palmas pela contratação do pior técnico brasileiro em atividade em um grande clube no país? Outra salva de palmas pela sua manutenção depois da pior derrota que o Galo sofreu diante do rival nestes 100 anos de história?

Fiquei me perguntando quem estaria vivendo num conto de fadas.

Talvez eu, por não acreditar neste time, não enxergar que esse trabalho ainda possa dar frutos e ter visto o Galo jogar novamente nesta quarta-feira de forma sofrida, quase sem conseguir vencer o Náutico – time que jogará o Brasileiro deste ano contra o descenso e sem almejar nada mais que isso, só conseguindo tal vitória com o apoio da torcida, numa jogada de linha de fundo com a conclusão do melhor jogador do time até agora. Onde o Galo espera chegar jogando este futebol?

Bom, a segunda opção é que o presidente e o técnico vivam neste mundo encantado, onde uma derrota por 5 gols de diferença é natural e que o placar poderá ser revertido perfeitamente. Que o time vem bem, apesar das derrotas pra Social, Ipatinga, Guarani, Democrata, Náutico e Cruzeiro, além do empate contra o todo poderoso Nacional do Amazonas. Que o time vem numa crescente e que os títulos virão. Que a torcida é que não entende de futebol. Que esse amadorismo com que se dirige o futebol alvinegro só pode gerar frutos doces.

Eu esperava pra próxima segunda-feira o anúncio da volta de Levir. Ou da contratação de Paulo Autuori, Caio Jr ou Ney Franco. Esperava que o Galo fosse dirigido pelo Marcelo até lá. Esperanças vãs. Vamos sofrer mais tempo com o Geninho. Vamos perder mais tempo antes de nos prepararmos pro Brasileiro. Parece que o amor de Ziza pelo Geninho é como o de Ricardo pelo Tite. Tomara que esta novela não seja outro dramalhão mexicano.

Mas, pra não dizerem que sou apenas pessimista, quero crer que se o Galo não vencer e bem o Cruzeiro no Geninho, teremos um novo treinador pro Brasileiro. Quero e desejo MUITO isso. Só não quero isso mais do que desejo que o Galo reverta essa situação e vença por 6x0. Mas se eu acreditar nisso, que passará a viver numa terra onde os animais falam, cantam, dançam e jogam futebol. Algo entre as fábulas de Esopo e La Fontainne. Aliás, atribuem a Esopo uma fábula que tem esta moral: “O orgulho e a arrogância são o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio”. Até a próxima terça-feira. E minhas mais sinceras desculpas. Pelo atraso e pelo tamanho do texto.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Photobucket

UMA TRISTEZA COERENTE

Quando confirmei escrever esta coluna, pensei em fugir um pouco do assunto “tática” do nosso time e me ater a assuntos variados do maior e mais amado clube do mundo, porém o que aconteceu no último domingo dia 27, foi tão trágico, que é impossível me furtar a tal assunto.

Aqueles que corriam em campo, não sabem “repito” não sabem a grandeza do Clube Atlético Mineiro. Jogaram sem alma e a limitação, que é visível, poderia ter sido esquecida, se esses atletas colocassem suas nádegas no campo e lutassem, mas isso não aconteceu. O que eu vi foram lágrimas, não só deste que escreve e que esteve presente no Gigante da Pampulha, mas de toda a nação alvinegra. O choro era de ódio, medo e indignação. Nota-se falta de comando, ação que demonstra a falta de qualidade no trabalho do nosso treinador. Esse fato, aliado a outros, fizeram uma massa maravilhosa sofrer. Fizeram a nação alvinegra, que é a mais vibrante, ir embora, como se fosse “chutado” de sua casa, não por aquela torcida de radinho azulada, que não teve a menor capacidade de calar os poucos heróis que permaneceram vendo a equipe sumir. Fomos mandados embora sim, mas pela falta de futebol, pela limitação técnica do time.

Se algo poderá ser tirado como positivo disso tudo, foi a tristeza coerente que vi ao sair do Mineirão. As pessoas estavam enlouquecidas, mas seguras nas opiniões. E mais do que isso, coerentes, pois assim como eu, todos viam a fragilidade do nosso time. E a luta continua e esperamos que o sofrimento acabe, mesmo que para isso mudanças radicais apareçam na estrutura do nosso clube.

Dá-lhe Galo !

segunda-feira, 28 de abril de 2008

W.O.

por Priscila Oliveira

Foi por W.O. que o Atlético perdeu a partida de ida da decisão do Mineiro, partida de domingo 27 de abril. Vamos encarar assim.

O 5 a 0 indigesto para os fregueses não se fez no jogo de ontem não. Esse placar elástico começou a se desenhar na sexta-feira com a declaração de Eugênio dizendo que o título seria definido no ultimo jogo. Ora, um técnico que vai para uma decisão de campeonato, em um estado que só tem dois times, pensando em decidir título na última partida, não pode ser sério. Acho que o pensamento dele já estava lá nos cofres da Gávea, se for isso, vá com Deus.

Seriedade! Faltou isso. Pelo menos 30 minutos antes do pontapé inicial os jogadores já faziam aquecimento forte no gramado. Mas não se enganem, não era aquele time de Levir, do ano passado, que já começava a ganhar o jogo no aquecimento. Eram os adversários gente. Ali, pra mim, foi o segundo passo da derrocada. Os nossos atletas entraram em campo pra decisão com menos de 8 minutos para o apito inicial do árbitro. Entraram e ficaram em campo por 10 minutos, depois subiram em um balão e sumiram. A defesa que era a melhor do Brasil, a menos vazada há três semanas, foi a primeira a sumir.

A Avenida Thiago Feltri ao passo que sobrecarregava o velho Marques, armava contra-ataques pra eles. A Avenida Gerson, pouco acionada no ataque alvinegro, mais na defensiva, entregou o ouro para o outro lado fazer a festa. Meio de campo. Tinha meio de campo? O jogador que nos carregou para essa decisão Danilinho foi aniquilado pela forte marcação. Marques idem. Como o time é muito previsível, bastou marcar esses dois jogadores.
Cobrar apenas seriedade de Eugénio parece ser muito.

O técnico coloca 3 zagueiros para jogar contra o Guarani de Divinópolis, mesmo com o Galo ja classificado dias atrás e vai para um jogo decisão com 2. No final do 1º tempo, quando já perdia por 3 a 0, ao invés de colocar mais um defensor e tentar organizar a zaga, ele parece ir para o tudo ou nada, coloca o Marcelo Nicácio, como se este jogo ja fosse a 2ª partida da decisão. Francamente, o pensamento dele não estava nesse clássico.

Na quarta-feira já tem outro jogo importantíssimo. A partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Náutico. O mínimo que consideração que essa torcida merecia era abrir os portões para que ela vá ao Mineirão na quarta. Mas, ninguém lá pensa na torcida não.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

Confiram: http://cantodogalo.blog.terra.com.br/

Resenha

Eu era feliz com o LEVICE e náo sabia! A culpa é primeiramente de uma diretoria inexperiente e burra. O time ainda sente. Carece, pra começar, de um diretor sério, um diretor de pulso. Alguém que domine o elenco e saiba as carencias do time. Levir era o Técnico. Dae o Galo perde ele pro Japão, alegando falta de dinheiro. Arriscam o fraco Zetti e se vêem obrigados a ter que desembolsar uma grana pra trazer o Leão. Apesar de todo o medo, o time termina o brasileiráo a 5 pontos da Libertadores. Quando poderiamos apostar na continuidade, a diretoria contrata o FRAQUISSIMO E INCOMPETENTE Geninho. O homem que morreu em 2001 e esqueceram de enterrar. E começam as burradas no elenco. Os jogadores fracos. Gerson na lateral direta (ex volante do PARANA) é uma piada. Feltri a eterna revelação com dois pés direitos que não seria titular em nenhum outro time do Brasil.
Trouxeram um técnico que NINGUEM queria!Espero que haja uma revoluçao no Galo como houve no CEC ano passado após o primeiro jogo da final. PC Gusmão foi CAMPEÃO em 2004 com elas e caiu. Aqui o treinador tomou de 5 e continua, vai entender!
O Galo fez 19 pontos em 33 do mineiro na primeira fase. No total, em 42 fizemos 25.
O Galo, neste caso, teve dificuldades para enfrentar vários pequenos. Perdeu para os dois rebaixados e ficou atrás do Tupi na tabela de classificação. Perdeu pro Náutico, que não foi bem no Pernambucano e levou esta de 5x0 do Cruzeiro. A avaliação é de que o time anda mal das pernas. Pra finalizar, resta lembrar que esse time apanha muito em campo e a maioria dos jogadores só joga no chão! É incrivel ver como o Feltri, o Miranda, o Danilinho, o Márcio Araujo e os outros mediocres jogadores caem toda hora. Esse time não aguenta um jogo da SulAmericana.
O pior é que sabemos que nao vai mudar muita coisa. O Ziza mesmo reclama da dificuldade em se administrar um time como o Galo. Curioso é que ele não larga o osso.

sábado, 26 de abril de 2008

CLUBE ATLÉTICO MINEIRO X cruzeiro esporte clube

Ficha do Jogo

Atlético/MG X Cruzeiro/MG


Jogo Válido como primeira partida da final do Campeonato Mineiro 2008

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Data: Domingo, 27 de Abril de 2008, às 16:00

Arbitragem: Paulo César de Oliveira/SP
Auxiliares: Maria Eliza Correia Barbosa/SP e Emerson Sobrão/SP



Transmissão:

Televisão: Tv Globo minas; Pay Per View

Radios: Itatiaia ( www.itatiaia.com.br ) ou digite mms://media.itatiaia.com.br/Itatiaia no seu Windows Media Player.
CBN: http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/radiobh/cbn.asx
Rádio São João Del Rei: http://www.radiosaojoaodelrei.am.br/pop_aovivo_streaming.htm
Radio Globo: http://globoradio.globo.com/RadioClick/Player/1/0,,KY519058-5935,00.html


ESCALAÇÕES:


ATLÉTICO/MG

Juninho; Gérson, Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Renan e Danilinho; Eduardo e Marques.
Tecnico: Geninho.


CRUZEIRO/MG

Fábio, Jonathan, Thiago Heleno, Espinoza, Jadilson, Charles, Marquinhos Paraná, Ramires, Marcinho, Guilherme, Marcelo Moreno.
Tecnico: Adílson Batista.


RETROSPECTO:

ATLÉTICO x cruzeiro
187 vitórias do GALO
145 derrotas
122 empates
654 gols marcados
558 gols sofridos

Goleadas
27/11/27-Galo 9x2 Cruzeiro
21/06/36 e 27/05/42-Galo 6x1 Cuzeiro
21/06/53-Galo 5x0 Cuzeiro
07/12/47-Galo 6x2 Cuzeiro
13/04/48-Galo 5x1 Cuzeiro
29/04/2007, 16/10/83, 23/12/60, 12/10/52 e 23/04/33-Galo 4x0 Cuzeiro


Em campeonatos mineiros estamos em desvantagem:

Foram 150 jogos, com 51 vitorias, 54 derrotas e 45 empates. O GALO marcou mais gols: 156 contra 151 do rival.






terça-feira, 22 de abril de 2008






Amanhã, às 21:50 no Recife, começa pro Galo a Copa do Brasil. Acabaram os times de Série C e agora os jogos são complicados. Também não tem mais aquela história de eliminar o jogo de volta. O Galo tem que se concentrar a partir deste momento. É verdade que o Náutico não fez um bom estadual (o Sport sagrou-se tricampeão) e o time tem jogado mal, sem grandes exibições e com muitos altos e baixos. Mesmo assim não é um adversário bobo, como era o Nacional e muito menos o Palmas.

Na semana passada, os resultados foram – no mínimo – interessantes. O Internacional, um dos favoritos deste torneio, perdeu por 2x0 pro Paraná, que não apresentou nada demais neste ano e já caiu fora do paranaense. Corinthians, um time sempre visado e com um elenco razoável e um treinador de qualidade, se complicou pro time de Caio Júnior, o Goiás. Ficou complicada a situação do “Timão” (que é assim chamado pelo timão de navio em seu escudo e não por qualquer alusão a grandeza do clube) pro jogo de volta em São Paulo. A Portuguesa manteve a escrita e ainda não perdeu uma partida de Copa do Brasil no Canindé, empatando com o Botafogo – que fará a final contra o Flamengo no estadual carioca e – com todo contexto deste jogo – pode acabar se complicando. O Vasco venceu o Juventude por apenas um gol de diferença no Rio e agora vai a Caxias buscar a classificação. Dependendo do resultado do embalado Sport contra o finalista do paulista, o Palmeiras, o Galo pode terminar esta fase como o favorito ao título. Mas pra isso, precisa que o treinador comande o time, que os contratados se esforcem pra compensar a falta de ritmo de jogo e que Danilinho e Márcio Araújo continuem jogando um futebol acima da média.

O Galo não pode nem pensar em perder esse jogo. Mas, qualquer que seja o resultado, precisa fazer gols. Pra isso, conta com a precisão de Petkovic, com o talento de Danilinho, com a vontade de Márcio e com a presença e talento de Renan Oliveira, que deve entrar no jogo no segundo tempo. O time deve se esquecer nesta quarta do jogo do final de semana. O foco deve ser total no confronto contra o Náutico. Qualquer desatenção pode custar caro.

Então, que o Atlético entre com foco, com vontade, com raça e com garra. Quando a falta de um esquema de jogo for sentida, que o time corra o dobro. Como dizia Bryan Fobes, ator norte-americano, “a todos os que invariavelmente fazem o melhor que podem, o pior não acontecerá”. Se o time buscar sempre o melhor, o pior não virá. Nesta quarta, o Galo tem o dever de buscar um bom resultado no Recife, pra poder decidir bem em Belo Horizonte. Nossos mais apaixonados votos para que consiga.

Errata: O Vasco pega o Criciúma em Santa Catarina e não o Juventude em Caxias. Por alguma falha, o autor (eu) fez esta confusão, seja porque o Juventude joga nesta quarta, seja porque do vencedor do confronto Juventude x Corinthians-AL sai o adversário de Vasco x Criciúma... O autor agradece a compreensão dos leitores.

CLUBE ATLÉTICO MINEIRO x NAUTICO CAPIBARIBE

FICHA DO JOGO:

Data: 23/4/2008
Motivo: jogo de ida pela oitavas de final da Copa do Brasil
Local: Estádio dos Aflitos (PE)
Horário: 21:50 hs
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (FIFA-RN) e José da Silva Sobrinho (RN)

TRANSMISSÃO:

-RÁDIO ITATIAIA

www.itatiaia.com.br

-TV GLOBO MINAS

Atlético
Juninho; Gérson(Claudio), Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Petkovic(Renan) e Danilinho; Castillo e Marcelo Nicácio(Renan Oliveira).
Técnico: Geninho
Banco: Edson, Vinicius, Cláudio, Xaves, Renan Marinho, Renan Oliveira


Nautico
Eduardo; Serginho, Everaldo, Vágner Silva, Berg, Ticão, Radamés(Tales ), Geraldo, Marcelinho, Felipe e Warley(Kuki)
Técnico: Roberto Fernandes



Atlético Mineiro: 17
Empates: 4
Náutico-PE : 6


Confrontos
Resumo Todos os jogos
Clube Jogos Vitórias % Empates % Derrotas % Gols Pró Média Gols Contra Média
Atlético Mineiro-MG 27 17 62,96% 4 14,81% 6 22,22% 48 1,78 27 1,00
Náutico-PE 27 6 22,22% 4 14,81% 17 62,96% 27 1,00 48 1,78

pela Copa do Brasil, já se enfrentaram 2 vezes:

26/7/1989 Copa do Brasil Náutico PE 1 X 1 Atlético Mineiro MG Arruda - José do Rego Maciel
29/7/1989 Copa do Brasil Atlético Mineiro MG 3 X 0 Náutico PE Independência - Raimundo Sampaio

9/4/2003 Copa do Brasil Náutico PE 1 X 2 Atlético Mineiro MG Aflitos
1/5/2003 Copa do Brasil Atlético Mineiro MG 3 X 1 Náutico PE Independência - Raimundo Sampaio

sexta-feira, 18 de abril de 2008

TUPI FUTEBOL CLUBE X CLUBE ATLÉTICO MINEIRO

FICHA TÉCNICA

TUPI X ATLÉTICO
Motivo:Semifinal do Campeonato Mineiro 2008
Data: 19/04/2008
Local: Juiz de Fora (MG)
Estádio: Radialista Mário Helênio
Hora: 16:00
Árbitro: Luiz Carlos da Silva (MG) Auxiliares: Helbert Costa Andrade (MG) e Márcio Eustáquio Santiago (MG)
Transmissão: www.itatiaia.com.br

Tupi: Marcelo Cruz, Serginho, Sílvio, Cedrola e Edimar, Caetano, Lucas, Silas e Gedeon (Luciano), Alan e Adenílson. Técnico: João Carlos.
Atlético: Juninho; Gérson, Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri; Rafael Miranda, Renan, Márcio Araújo e Danilinho; Eduardo e Marinho. Técnico: Geninho.
Reservas: Edson, Agustín Viana, Vinícius, Gérson, Xaves, Souza, Renan Oliveira e Vanderlei

RETROSPECTO:

Galo e Tupi já se enfrentaram 54 vezes na história.
No geral foram 54 partidas, vencemos 32, perdemos 12 e empatamos 10, com 96 gols a favor e 49 contra.
Foram 36 jogos pelo campeonato mineiro, com 22 vitórias do Galo, com 59 gols do Galo e 23 sofridos. O Tupi venceu 6 e marcou 23 gols. Houveram 8 empates.
Fizemos 15 amistosos contra a equipe de Juiz de Fora, vencemos 7, empatamos 3 e perdemos 5. Marcamos 30 gols e sofremos 21 nesses amistosos.
Jogamos ainda um jogo pela Taça Minas Gerais, vencendo por 3 a 0 e dois jogos pela Taça de Belo Horizonte, com vitórias de 2 a 0 e 1 a 0.

Na partida deste sábado o Galo joga pelo empate para ir as finais do Mineiro'08.

Saudações.

Vai pra cima deles Galo forte e vingador!

Galo Motorizado - 1ª Ed

Galo Motorizado - 1ª Ed

























Legenda:

Gérson - Possui seu carrinho de mão para prestar seus serviços nas obras. Está pensando em comprar uma moto para poder trabalhar entregando pizzas.

Marinho Golo - Adora caminhonetes, principalmente as que possuem caçambas avantajadas. Com elas ele costuma preencher o espaço vazio com muita bebida.

Ziza - Para homenagear o seu bigode, o nosso presidente possui um FORD BIGODE. Um dos primeiros modelos da Ford.

Miranda - Como é o xodó da vovó, Miranda costuma a andar no carro de sua querida velhinha. Sempre que vai aos treinos leva um 'pulover' para não passar frio na volta.

Xaves - Herdou a caminhonete do Seu Barriga.

Édson Eterno - Com seu Escort XR3 Conversível ele consegue ver tudo passando! rs

Éder Luís - Como um bom capiau não podia deixar de possuir uma Toyota Rural, perfeita para carregar ração de porco, feno, enxadas e outros utensílios de roça.

Danilinho - Com seu tamanho avantajado ele possui um velotrol humildemente recebido de presente pelo presidente Ziza Valadares.

Nerso - Morador do Belvedere o nosso moderador acaba de adquirir uma Ferrari personalizada. Dizem que está ganhando muito dinheiro na moderação...